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NAÇÕES DO ÁRTICO UNEM-SE PARA TRAVAR A PESCA COMERCIAL NA REGIÃO DO PÓLO NORTE

por Mäyjo, em 05.06.17

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Oito nações com território na região do Ártico assinaram um acordo para travar a pesca comercial nas águas do Pólo Norte. O documento, que foi assinado por países como os Estados Unidos, Rússia, Canadá, Noruega e Dinamarca, é uma resposta às alterações climáticas, que estão a provocar o derretimento do gelo no Oceano Ártico.

 

Estima-se que as águas árticas já não tenham stocks comerciais de peixe, mas o derretimento de gelo atrai vários peixes mais para norte, nomeadamente o bacalhau.

O acordo vai “evitar um problema antes do tempo”, indica o vice-secretário assistente de Estado para os Oceanos e Pesca dos Estados Unidos, David Balton, cita o Guardian. “Muito pouco é sabido sobre esta área oceânica”, acrescenta.

“As alterações climáticas estão a afectar os padrões migratórios dos stocks de peixe”, indica o ministro dos Negócios Estrangeiros da Noruega, Boerge Brende. De acordo com o governante, todos os países com território na região do Ártico têm a responsabilidade de proteger as águas internacionais, começam 200 milhas náuticas depois das respetivas costas.

O acordo foi negociado em Fevereiro de 2014 na Gronelândia e deveria ter sido assinado em Junho de 2015. As tenções entre a Rússia e a Ucrânia atrasaram, porém, a assinatura do documento.

Os Estados signatários do acordo querem agora que outras nações – como a China, Coreia do Sul, Vietname e todos os países da União Europeia – se comprometam a não pescar nas águas árticas.

Foto: drjerryfowler / Creative Commons

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publicado às 22:45

Cultivo de mexilhão

por Mäyjo, em 10.05.17

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Galiza, Espanha

42.576312, -8,859047

 

Cultivo de mexilhão na Ria de Arousa estuário salino na costa da Galiza.

Jangadas flutuantes têm o viveiro, onde os moluscos crescem em cordas até terem o tamnho suficiente para serem colhidos.

A produção de mexilhões prosperou aqui porque há uma concentração geralmente alta do fitoplâncton na água, proporcionando aos mexilhões uma boa dieta rica em proteínas.

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publicado às 01:09

Quinta de criação de camarão marinho

por Mäyjo, em 24.04.17

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Sonora, México

28,587724637 °, -111,732473079 °

 

As piscinas do camarão estão situadas na costa de Sonora, México.

Nestas lagoas os crustáceos são criados, até terem tamanho comercial, com metodologia estatística avançada e dietas ricas em proteínas.

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publicado às 23:59

A pesca em Portugal

por Mäyjo, em 26.09.16

 

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Tendo em conta a distância em relação à linha de costa onde operam as embarcações, a pesca pode classificar-se da seguinte forma: pesca local, pesca costeira e pesca de largo.

A primeira é a mais relevante no nosso país.
Em relação às técnicas mais utilizadas, em Portugal destaca-se a pesca polivalente, a pesca do cerco e a pesca do arrasto.

 

Fatores que condicionam a pesca em Portugal
A importância económica da pesca é pequena. Há pouca população empregada neste setor e o contributo dele para o PIB é reduzido.

 

Há fatores naturais e humanos que condicionam a pesca:

  • Estreita Plataforma continental;
  • Upwelling;
  • Regulamentação criada pela UE;
  • Características da frota, dos equipamentos e da mão de obra.

Foto de NACHO DOCE/REUTERS

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publicado às 11:12

A propósito da nossa ZEE

por Mäyjo, em 02.03.16

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publicado às 17:43

No mar

por Mäyjo, em 17.02.16

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in Metro 25/02/2015

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publicado às 17:00

ZEE

por Mäyjo, em 30.09.15

ZEE - As Zonas Económicas Exclusivas em 2015 sem

ZEE - As Zonas Económicas Exclusivas em 2015 sem os próximos alargamentos patricionados pela ONU.

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publicado às 15:11

A zona costeira

por Mäyjo, em 30.09.15

Fronteiras da margem continental e da zona costeir

 Fronteiras da margem continental e da zona costeira,

in «Riscos Costeiros» da Autoridade Nacional de Protecção Civil, 2010

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publicado às 15:06

UNIVERSIDADE DE AVEIRO DESENVOLVE TERAPIA ECOLÓGICA PARA DESCONTAMINAR ÁGUAS DAS PISCICULTURAS

por Mäyjo, em 30.09.15

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Uma equipa de investigadores do Departamento de Biologia e Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro (UA) desenvolveu uma terapia amiga do ambiente que permite descontaminar as águas provenientes das pisciculturas, o que futuramente poderá eliminar a necessidade de utilizar vacinas e antibióticos, o que melhora a qualidade dos peixes de viveiro.

A técnica, denominada “terapia fágica”, elimina as bactérias patogénicas através da acção de vírus que as infectam e eliminam, o que constitui uma alternativa inovadora e revolucionária aos métodos habitualmente utilizados. A terapia fágica – assim se chama por utilizar fagos, vírus que destroem apenas as bactérias e são inócuos para a saúde humana – reduz substancialmente o impacto ambiental e os riscos para a saúde pública da utilização massiva de outros descontaminastes.

De acordo com Adelaide Almeida, investigadora do CESAM e coordenadora do estudo, a vacinação é o método ideal para impedir as infecções mas “ as vacinas disponíveis são ainda limitadas e podem ainda ser pouco activas nas primeiras fases de vida dos peixes, quando o sistema imunitário ainda não está totalmente desenvolvido”, cita o jornal online da UA.

Por outro lado, indica a bióloga, a administração de antibióticos “apesar de ser geralmente eficaz, constituindo actualmente a primeira opção no tratamento destas infecções bacterianas, pode levar, através do seu uso frequente ao desenvolvimento de resistências, que fatalmente acabam por se transmitir aos microorganismos que infectam os seres humanos”.

Além da resistência aos antibióticos ser dispendiosa para o sector da aquacultura é também um problema para a saúde pública. “Há uma necessidade urgente de desenvolvimento de medidas inovadoras, eficazes e de baixo custo para combater estas infecções antimicrobianas refractárias ao tratamento convencional e limitar o desenvolvimento e disseminação de microrganismos resistentes aos antimicrobianos, sendo vital procurar métodos menos lesivos em termos ambientais, como é o caso da terapia fágica”, explica Adelaide Almeida.

O trabalho, intitulado “Terapia Fágica como alternativa de baixo impacto ambiental para inactivar bactérias patogénicas em pisciculturas”, foi um dos finalistas do Green Project Awards 2014.

Foto:  EPAMIG / Creative Commons

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publicado às 12:34

PESCA ARTESANAL PORTUGUESA É UM EXEMPLO A SEGUIR EM TODA A EUROPA

por Mäyjo, em 30.09.15

Pesca artesanal portuguesa é um exemplo a seguir em toda a europa (com VÍDEO)

Portugal é um bom exemplo de como a pesca pode ser mais sustentável. Desde Junho deste ano que o Governo decretou a proibição da pesca de arrasto e com redes de emalhar de fundo numa área superior a dois milhões de quilómetros quadrados.

Se a pesca de arrasto é uma técnica recente, a pesca artesanal – bem mais sustentável – é uma arte de gerações que dá emprego e rendimento a muitas comunidades costeiras portuguesas. Este tipo de pesca é praticado em toda a costa lusitana e a sua arte e segredos são passados de pais para filhos, como é o caso de José Sanches, mestre da embarcação Nosso Ideal. O mestre José é pescador porque desde os avós paternos e maternos que o destino foi igual para todos os homens da família – o do mar ao largo de Sesimbra.

Em época de inverno um mar mais calmo é o que pede o mestre José e mesmo perante alertas amarelos emitidos pela Protecção Civil, o pescador reúne a equipa e parte para o mar porque há contas para pagar e à que pôr comida na mesa. “Trabalha-se todo o ano mas só em dois ou três meses é que se ganha alguma coisa, porque de resto é trabalhar para aquecer”, conta o mestre do Nosso Ideal ao Economia Verde.

Muitas das vezes, o peixe pescado dá apenas para pagar o gasóleo da embarcação. “Isto já foi mais rentável porque agora a exploração é muita. Há poluição e outras condicionantes. Antes eram só meia dúzia de pescadores. Agora, todos os dias há gente a pescar, sejam profissionais ou amadores”, explica José Sanches.

O mestre Sanches queixa-se, como muitos outros pescadores, da pesca lúdica e da fraca fiscalização, mas também da falta de apoio à pesca tradicional. Neste ofício não há férias nem subsídios por falta de emprego. Há apenas dias maus sem idas ao mar. Agora, só talvez no início do próximo ano, é que as idas ao mar do mestre Sanches vão trazer um barco cheio de peixe.

Numa altura em que a sobreexploração dos recursos marinhos e a prática da pesca de arrasto estão na ordem da agenda europeia, ao longo da costa nacional é praticada esta pesca tradicional, com menos impacto no meio marinho. Portugal decretou em Junho deste ano a proibição da pesca de arrasto, mas a nível comunitário, a legislação restritiva a este tipo de pesca com um enorme impacto ambiental só agora começou a ser discutida.

Gonçalo Carvalho, presidente da Sciaena – Associação de Ciências Marinhas e Cooperação – garante que Portugal é um exemplo que a Europa deve seguir no que concerne a este tipo de pesca. “Neste caso, Portugal pesca de uma forma que é mais eficiente e que tem menos impacto ambiental. O arrasto passa e varre tudo e estamos a falar de comunidades marinhas como os corais ou esponjas, que demoraram, em alguns casos, milhares de anos a desenvolver-se”, explica Gonçalo Carvalho.

A pesca artesanal é praticada ao largo de toda a costa e é um sector que representa apenas 0,33% do PIB nacional. Contudo, este tipo de pesca assume em Portugal uma relevância maior daquela que é expressa pelos números, pois esta arte fica em algumas regiões, como é o caso de Sesimbra, comunidades que só no mar conseguem profissão e rendimento.

O Economia Verde foi conhecer melhor esta arte de pesca. Veja o episódio 336 aqui.

Foto: Morsar/ Creative Commons

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publicado às 09:44


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